20 de maio de 2015

Ib

Hoje - após muito tempo sem postar aqui - compartilharei com vocês um jogo pelo qual me encantei e estou viciada, jogando de novo e de novo (sei que parece meio - tá bom, MUITO - doentio, mas isso está me viciando mais que crack).

Ib é um jogo de terror feito por kouri no RPG Maker 2000.

O jogo conta a história de uma garotinha chamada Ib, que é levada pelos pais a uma galeria de arte e ao se deparar com uma das pinturas, as coisas da galeria começam a mudar. As pessoas desaparecem, a música para e uma estranha mensagem em uma mancha de tinta a chama para um mundo novo e assustador.
O jogo é focado em exploração e solução de quebra-cabeças. Não há batalhas e não requer reflexos rápidos (apenas para fugir de certas criaturas >_>). É feito para ser acessível à todos os jogadores, então aproveite.





Comandos:
← → ↓ ↑: Movimentam o personagem.
Enter/espaço: interagem com pessoas e objetos.
Esc: Abre o inventário.
Shift: Pausa o jogo.



[SPOILER A SEGUIR]







(um dos finais: "juntas para sempre")

Não darei mais spoiler nesse post, faça o download 
(http://www.mediafire.com/download/p0jcx7hdigvidku/Ib.rar) 
e descubra por si mesmo porque o jogo é foda demais e você me agradecerá por não ter contado <'3

12 de maio de 2015

Vídeo "wtf" da semana


Sim, isso vai ter toda semana \o/ vídeos aparentemente ou realmente perturbadores, retirados da Deep Web ou não. Espero que curtam :3


8 de maio de 2015

"Mate-a, mate-a, se mate"



1º dia

Eu: “conte-me sobre sua infância.”
Amanda: “ruim”
Eu: “por quê?”
Amanda: “violência... abuso”
Eu: “quem abusava de você?”
Amanda: “meu pai”
Eu: “onde ele está agora?”

Ela desviou o olhar.

Amanda: “não sei”
Eu: “que tipo de abuso ele fazia com você?”
Amanda: “todos”
Eu: “ele a deixava brincar com outras crianças?”
Amanda: “sim... eu era feliz quando... ele não bebia”

Peguei alguns desenhos que estavam ao lado da mulher.

Eu: “você quem desenhou?”
Amanda: “sim”
Eu: “quem é essa criança? Você?”
Amanda: “sim”
Eu: “e sua mãe?”
Amanda: “não tenho mãe”
Eu: “não se lembra dela?”
Amanda: “não. Mas lembro do que me disseram sobre ela”
Eu: “o que disseram?”
Amanda: “eles disseram que ela era uma ótima pessoa... era”
Eu: “eles?”
Amanda: “esqueça o que falei”

Eu queria apenas saber quem “eles” eram. Ela foi tímida no começo, mas se abriu com o tempo. Espero poder ajudá-la.


2º dia

Eu: “poderia me contar sobre sua adolescência?”
Amanda: “feliz”
Eu: “por quê?”
Amanda: “Bob”
Eu: “quem é Bob?”
Amanda: “amigo. Ele me ajudou quando eu estava entrando em depressão”
Eu: “onde ele está agora?”
Amanda: “ajudando outras pessoas como eu. Sinto falta dele. Bob sempre assustava meu pai quando ele chegava bêbado em casa”
Eu: “como ele o assustava?”
Amanda: “não sei”
Eu: “se lembra do dia que você veio?”
Amanda: “17 anos. Eu matei um padre. Me encontraram encolhida em um canto”
Eu: “por que matou o padre?”
Amanda: “eles me mandaram. Disseram que ele era mau. Na entrada da clinica, eles quebraram o pescoço da recepcionista. Mas isso não fez com que eu saísse daqui. Só fez com que me dopassem.”
Eu: “quem são eles?”

Ela desviou o olhar como fez no dia anterior.

Amanda: “não sei”
Eu: “tem que me contar alguma hora...”
Amanda: “outra hora. Hoje não”

Por que ela fica tão agitada quando pergunto sobre “eles”?


3º dia

Ela estava dormindo. Achei melhor não perturbá-la.


4º dia

Não conversamos. Ela me deu o desenho de uma flor com algumas pétalas caindo.


5º dia

Ela estava nervosa. Irritada com algo. Achei melhor não perturbá-la.


6º dia.

Eu: “com quem você estava gritando ontem?”
Amanda: “comigo mesma”
Eu: “por quê?”
Amanda: “é confuso. Minha mente é confusa. Ela inventa vozes que me perturbam... e imagens que me deixam aterrorizada. Além disso, quanto aos meus sentimentos, sinto tudo ao mesmo tempo. Raiva, alegria, tristeza, dor, amor, ódio... acho que é por isso que você me vê mudar de um dia para o outro”

Eu sorri.

Amanda: “me desculpe. Eu não deveria ter dito isso”
Eu: “por que não?”
Amanda: “prometi guardar para mim mesma.”
Eu: “eu estou aqui para ajudá-la. Não contarei sua vida para ninguém.”
Amanda: “não sei se posso confiar”

Então são as vozes. Fiquei feliz de ela ter dialogado um pouco mais comigo. Ela está confiando mais em mim.


7º dia

Ela está gritando consigo mesma outra vez. Melhor não atrapalhá-la.


15º dia

Eu: “me conte como se sente agora”
Amanda: “normal”
Eu: “não está sentindo nada?”
Amanda: “vontade de sair daqui”
Eu: “prometo que a tirarei daqui, mas primeiro tenho que ajudá-la”
Amanda: “a quê? A fazer as vozes pararem? Ninguém pode fazer isso. Estão na minha cabeça”
Eu: “ajudar pelo menos a controlar seus sentimentos. A se controlar.”

Ela estava nervosa. Resolvi não atrapalhá-la.


16º dia

Amanda: “eles estão falando agora”
Eu: “o que eles dizem?”
Amanda: “para matá-la. Não agüento mais. DEIXEM-ME EM...”
Eu: “SE CONTROLE! Ignore-as. Tente ignorá-las”
Amanda: “é impossível”
Eu: “apenas tente. Olha... darei-lhe isso”

Dei uma pequena caixa de som com fones de ouvido.

Amanda: “obrigada. Mas no que isso vai me ajudar?”
Eu: “quando ouvi-los outra vez, aperte o play”

Ela colocou os fones e logo se acalmou. Deitou-se em sua cama e eu saí.

20º dia

Eu: “está funcionando?”
Amanda: “sim”
Eu: “está calma agora?”
Amanda: “sim”
Eu: “eu conversei com os funcionários. Eles disseram que você está reagindo bem a isso e que não precisaram dopá-la”
Amanda: “é verdade. Estou ficando melhor com os sons. Mexem com minha mente. Posso ficar sozinha?”
Eu: “claro”

Deixei-a em paz. Ela está melhorando e logo sairá dali.

22º dia

Ela estava agitada. Outra vez. Cadê a caixinha? Ela não deveria estar com a caixa?

30º dia

Eu: “onde está a caixa?”
Amanda: “os funcionários pegaram. Eles ainda estão falando...”
Eu: “para me matar?”
Amanda: “sim”
Eu: “eles já lhe falaram o que querem de você?”
Amanda: “o mesmo que você. Me ajudar. Eles disseram que não preciso da ajuda de mais ninguém... e que estou bem aqui. E eles estão certos, sabe? O mundo fora daqui é ruim.”
Eu: “por outro lado, é maravilhoso. Verá quando sair."
Amanda: “fico mais segura aqui”

Ela está apontando um revolver para minha cabeça enquanto escrevo. Malditas vozes. Não é culpa minha. É delas... Por culpa delas fui parar nesse hospício, por culpa delas fiquei louca... E é por culpa delas que vou morrer agora.









Bloco de notas encontrado em um hospital psiquiátrico da Gávea, no Rio de Janeiro

próximo ao corpo de Amanda Ishida de 32 anos. Segundo enfermeiros, Amanda sofria de esquizofrenia e dupla personalidade. Se encontrava muitas vezes conversando consigo mesma, ora imitando uma psicóloga, ora imitando uma mulher com problemas mentais, simulando uma entrevista. Chegou a matar uma recepcionista, cujo nome era Ellen Tavares Almeida. “Tiveram que dopá-la três vezes ao dia para não acontecer novamente” disse um dos funcionários no dia do assassinato, que aconteceu 11 meses após o suicídio da paciente. “Ter sofrido tudo aquilo e ouvir vozes falando em sua cabeça o tempo todo não deve ser fácil. Creio que ela esteja melhor agora” disse Alana Ishida, irmã de Amanda, que a visitou no mesmo dia da morte da suicida, descobrindo assim a tragédia.

3 de maio de 2015

O sótão (The attic)


O filme de terror mais "wtf" que já vi na vida, ganhando até mesmo de "Cisne negro" (que não é bem terror, mas... que seja :3).

Sinopse: Emma sente algo estranho na nova casa de sua família, e passa a ter a sensação que está sendo assombrada por uma aparição, que ela acredita ser de sua irmã gêmea. Seus pais também parecem sofrer com o ambiente e o único amigo com quem Emma pode contar é seu irmão Frankie, que tem problemas neurológicos e não consegue compreender o que se passa. Aos poucos ela começa a suspeitar que seus pais estão praticando magia negra para trazer sua irmã de volta a vida. Quando Emma confirma suas suspeitas de que o passado de sua família veio à tona para assombrá-la, passa a acreditar que no sótão da casa irá encontrar as respostas que procura ou talvez seu próprio fim.

Link do filme: https://www.youtube.com/watch?v=qXPN4tkvf1s
lançado em 2006, dirigido por Mary Lambert

30 de abril de 2015

Aparição de suposto fantasma de uma criança


Eu estava de buenas mexendo no facebook, quando em um dos grupos que frequento apareceu uma publicação de uma menina que disse que via sombras e silhuetas na casa de sua avó e resolveu tirar uma foto. Apareceu esse rosto:



Após algum tempo, ela postou um video (eu não salvei, mas também não iria mostrar aqui porque não quero expôr a garota desse jeito) dizendo que dois filhos de sua avó haviam morrido: um ainda quando estava no ventre e outro quando tinha de 5 a 7 anos (não lembro). Talvez tenha sido um deles... ou não. Tirem suas próprias conclusões opiniões sobre isso. É um fantasma? Demônio? Apenas uma coincidência?

OBS: A garota já foi avisada para não dar uma de Dean Winchester, então creio que ela tenha parado de tentar "investigar" essa porra... Ou não.

29 de abril de 2015

Jiang Shi


Pronunciando-se "chong shi", seria equivalente do lendário mito do vampiro ou zumbi do ocidente. Há diversas versões que contam sobre o “nascimento” de um Jiang Shi. Uma delas diz que um morto revive como Jiang Shi se um gato pular sobre seu cadáver. Outras falam sobre pessoas que morrem com assuntos não-resolvidos ou mortos que não foram enterrados apropriadamente. É necessário que o defunto seja enterrado em sua terra natal, com as devidas homenagens para que permaneça debaixo da terra. Outra causa da transformação é uma morte violenta ou injusta.

Uma suposta fonte das histórias sobre o Jiang Shi vem da tradição folclórica do "cadáver viajante", segundo a qual, os membros de uma família sem recursos para pagar as tarifas de viagem, contratavam sacerdotes taoistas para que transportassem de volta ao lar, aos cadáveres de seus amigos e/ou familiares que haviam morrido longe.
Os sacerdotes taoistas transladavam os cadáveres apenas durante à noite e tocavam sinos para avisar aos aldeões que estavam passando, já que era considerado má sorte para uma pessoa viva ver a um Jiang Shi. Esta prática era popular em Xiangxi, onde muitas pessoas deixavam seu lar para trabalhar em outros lugares. Após a morte, seus corpos eram devolvidos às suas casas, já que acreditavam que suas almas iriam sentir saudades do lar caso fossem enterrados longe.
Devido a que carregavam os cadáveres deitados sobre canas de bambu, quando as canas dobravam para cima e para baixo, causava a impressão de que os cadáveres pulavam ao ritmo dos passos dos monges. Algumas pessoas acreditam que as histórias sobre os Jiang shi, foram inventadas por contrabandistas que disfarçavam sua atividade ilegal com esse meio e debochavam das autoridades dessa maneira.
Os monges taoistas são os únicos que podem parar um Jiang Shi mediante diversos feitiços.


São essas algumas das características de um Kyonshi (Jiang Shi em japonês):

Possuem a pele muito pálida, pois não suportariam o contato com a luz do sol, assim aparecendo apenas à noite.
Seus corpos não se decompuseram e seus cabelos e unhas crescem como se estivessem vivos, assim tendo um cabelo longo.
No lugar de sangue (como vampiros ocidentais),  eles sugam energia vital.
São cegos, mas conseguem pressentir as pessoas pela respiração.
Quando descontrolados, conseguem se tornar seres bem perigosos (sim, mais perigosos que o normal (ah vá (e por que estou pondo parênteses entre parênteses?))), porque ao morderem uma pessoa, esta também se converte em um morto vivo.
Na iconografia popular, costumam vestir túnicas funerárias da Dinastia Qing, que na cultura popular ocidental é frequentemente interpretada como "a imagem do mandarim".


Após o Jiang Shi ser interpretado no teatro, a figura serviu de base para muitas novelas e filmes asiáticos desde o tempo do cinema mudo. Na década de 1980, o cinema mudou a sua imagem aterrorizante para algo cômico ao lançarem produções que misturavam terror, comédia e artes marciais. Com a chegada dos efeitos visuais digitais, o gênero experimentou um novo ressurgir na década de 2000 com filmes um pouco mais substanciais, mas cada vez mais, a figura do "Zumbi Chinês", foi sendo distorcida e integrada a mangás, desenhos animados e vídeo games.




27 de abril de 2015

Vídeo causa náuseas e dores de cabeça aos que assistem


É realmente bizarro. Achei que perderia 5 minutos da minha vida vendo isso e não aconteceria nada. Eu não sei se foi apenas uma coincidência, mas logo no começo do vídeo, meu computador travou e desde aquele dia ainda dá umas falhas. Me caguei de medo mesmo sendo um simples vídeo de 5 minutos onde uma garota diz palavras que estão escritas em um papel (e não, não me cago de medo com muita facilidade). Se tiver coragem (e uma cruz no pescoço), assista... Mas não tenho culpa se você perder seu computador >_>

Fonte:(esqueci, mas kibei)

19 de abril de 2015

Casos inexplicáveis: cw0rk


Sim, eu copiei do Ambu, mas não totalmente, porque isso estava martelando em minha cabeça desde o começo o blog, então...


Bom, dentre todas as minhas alucinações (ou não), essa foi a pior. Eu não acho que isso seja apenas mais uma alucinação, porque não foi tão surreal.
Eu ia dormir na casa do meu amigo, porque fazia um tempo que não o via. Estava tudo normal até a hora em que senti vontade de ir ao banheiro. Lerda como sou, peguei um isqueiro na cozinha para espantar BARATAS (sim, na casa dele havia muitas) e só após eu acabar de urinar que parei para pensar que baratas eram resistentes ao fogo e explosões (pelo menos foi o que eu soube, se é mito, eu não sei), mas era um pouco tarde para pegar algo para matá-las. Havia duas baratas batendo as asas só de zuera e eu estava tentando acender o isqueiro. O objeto não pegava fogo de jeito algum e só parei de tentar quando ouvi a voz do meu amigo dizendo que não iria acender. Eu pensei: "porra, ele está escutando o barulho do isqueiro de lá da cozinha?" (OBS: a cozinha era colada com o banheiro, mas o barulho do isqueiro é baixo, então mesmo o banheiro sendo colado na cozinha, não dava para ele escutar) e depois voltei a tentar. Após alguns segundos, o ouvi voltar a dizer que não iria acender. Eu coloquei minha calça e ignorei as baratas, mesmo com pavor de voarem para cima de mim, e me escondi no corredor (OBS²: havia um corredor que dava para a cozinha) para dar um susto no mesmo, porque pensei que ele estava na cozinha pegando algo para comer. Passou mais de 3 minutos e ele não saía. Eu estranhei e fui lá ver... a cozinha apagada, arrumada e sem ninguém, ou seja, quem tomou a porra do susto foi eu ¬¬
Cheguei no quarto e perguntei a meu amigo se ele estava na cozinha há alguns minutos e o que recebi em resposta foi "saí de lá faz muito tempo".

Foi extremamente esquisito, porque ouvi a voz claramente. Não ouvi passos dele voltando para o quarto, então não poderia ter corrido. Depois disso tive um certo medo de voltar àquela casa, mas que foi boa aquela experiência, foi 'w' e espero que eu tenha mais dessas experiências daqui a alguns meses ou anos.




Outra experiência que tive foi em minha casa, quando estava com minha prima. Pode ser apenas uma coincidência... Ou não.
Eu estava olhando o porão porque fazia muito tempo que não o visitava. No dia anterior choveu, então a lama estava extremamente mole. Me abaixei para ver mais um pouco e vi em cima de um tijolo um pé pouco menor que o meu (o número do meu sapato é 37), ou seja, um pé de uma criança (foto). Eu estranhei MUITO, porque minha mãe não suporta crianças, moramos apenas eu e ela, choveu no dia anterior, não havia mais marcas de pé exceto no tijolo e era de um pé descalço (OBS: no porão há lama, baratas, ratos, etc., então não entram de jeito algum descalços)... Não havia maneira de não se assustar com tal coisa.
Mandei a foto para um amigo e olhei aquela marca por um momento até minha prima me chamar pelo Whatsapp dizendo que iria vir para minha casa. Disse para ela que poderia vir e a esperei. Como a mesma é enérgica, quis brincar de algo qualquer que envolva movimentos ao invés de ficar sentada com a bunda na cadeira jogando algo no computador. Eu mostrei o pé para ela e o que recebi em resposta foi "isso não é um pé". Estranhei aquilo, mas continuei a brincar com ela após a pequena treta que gerou após eu ter ouvido aquilo. Após muita birra minha, resolvemos gravar um filme caseiro que envolvesse o porão e não vimos coisa alguma de estranho na gravação ou no lugar. Até que ela resolveu jogar o jogo do copo e gravar. O copo não mexeu em momento algum, então resolvemos gravar algo fictício e assim se seguiu. Combinamos do "espírito" se chamar Karen e ter 8 anos (devido à marca do pé no porão ser de uma criança)... Criamos uma história para tal personagem e gravamos.

Primeira tentativa: A gravação estava feita. Minha prima pediu para que eu enviasse o vídeo para seu celular via Whatsapp e assim foi feito. Emprestei a ela meu celular para que pudesse ver a gravação enquanto carregava o vídeo para seu celular. Pelo que eu ouvi, a gravação estava perfeita. Os gritos, as risadas, as vozes, os efeitos, o momento da minha "possessão"... Estavam divinos. Pedi para ver o vídeo e a parte em que fiquei "possuída" foi simplesmente cortada. Não havia explicação para aquilo, porque eu ouvi a cena da minha "possessão", o vídeo estava completo. Minha prima estava ficando com medo naquele momento. Nem no celular dela pegou a cena. Eu a encorajei e tentamos outra vez.

Segunda tentativa: Gravação feita. Fizemos a mesma coisa, adicionando mais um efeito. A única coisa que vimos no vídeo foi eu em meio às gargalhadas atacando a câmera e ela gritando. Nesse momento, EU quem estava ficando com um leve cagaço. Três sempre foi meu número da sorte, então me encorajei e encorajei minha prima outra vez, que também estava se cagando de medo.

Terceira tentativa: Ocorreu tudo bem. Finalmente, a gravação estava feita. Os efeitos perfeitos, as vozes e as gargalhadas... Estava como um vídeo caseiro, mas extremamente "real". Vimos o vídeo e rimos com a zueira feita no meio e quando chegou a hora de minha prima ir embora,a bagunça foi arrumada e ela e seguiu seu rumo.

 Já eram 9 da noite quando resolvi ir tomar banho para descansar. Tenho costume de ir à área de serviço respirar um pouco antes de fazer qualquer coisa (lá tem uma janela que dá para um rio, que é coberto de mato e árvores por suas bordas, então gosto de ficar olhando de vez em quando). Foi quando vi muitos insetos entrarem na área e invadirem minha casa (aqueles insetos repugnantes que aparecem em um calor extremo, mas nesse momento, isso não foi normal). Dei alguns passos para trás para pegar um saco de sal grosso para que talvez me protejesse do que quer que estivesse lá (ou não). Corri para o banheiro e mesmo com aquela nuvem de insetos que me davam agonia, tomei um banho e no meio dele, ouvi o toque do telefone (como sempre acontece ¬¬ ). Fui do jeito que eu estava e atendi. A ligação era de PORTUGAL (OBS²: eu não tenho conhecidos/amigos/familiares que morem em Portugal). A mulher disse que a ligação iria ser transferida para o responsável e blá blá e quando foi transferida, o mesmo simplesmente desligou. Meu medo apenas aumentou, mas ainda assim voltei para o banho e ao acabar, liguei minha televisão para me distrair. O filme "Mama" estava passando na TV, então acabei me distraindo um pouco mais. Após acabar o filme, reparei que os insetos haviam desaparecido e a partir dali, tudo ocorreu normalmente. Espero nunca passar por uma experiência dessas que inclua insetos outra vez T^T .





Gore de sábado


Yep, isso vai ter todo sábado (ou quase).
E são só imagens mesmo, nada de creepypastas ou notícias ou coisa parecida... Mas vai ter uma dose de zuera porque the zuera never ends.
Esse homem provavelmente teve a cara arrancada pra doar pra outra pessoa (porque, pelo que eu li um dia, exste cirurgias bizarras como essa, mas quem sou eu pra criticar? Tem louco pra tudo).


(desculpa o kibe do BestGore, mas achei a foto interessante <'3)

18 de abril de 2015

Feliz Halloween! (Cap. 1)



Já era meia noite da noite de Halloween. Tive que ficar mais tarde no trabalho. Fiquei com um pouco de medo de voltar para casa por uma estrada vazia e escura, mas essa era a única forma de sair daquele inferno. Inventaram muitas lendas sobre esse lugar e, em meio a muitas histórias sem nexo, contavam na maioria das vezes que uma assassina cega andava por lá toda noite de Halloween e que poucos homens escapavam de ser desmembrados por sua espada. “Bobagem” disse para mim mesmo, embora ainda estivesse com uma ponta de desconforto, e continuei dirigindo. Passei pela estrada escura com os faróis acesos, obviamente. No meio do caminho, os faróis piscaram e apagaram e o carro parou. Girei a chave. Nada. Comecei a ficar assustado e tentei ligar para qualquer um que pudesse vir me buscar. Sem sinal. O desespero já tomava conta de mim. Usei a lanterna do meu celular e apontei para minha frente. Uma menina, lá no fundo, estava vindo em minha direção. Saí do carro e cada passo que ela dava para frente, eu dava um para trás. As velhas lâmpadas dos postes daquela estrada que, obviamente, estavam apagadas, piscaram. Pude ver a menina mais próxima de mim. Com medo, abaixei a cabeça, olhando para seus pés descalços, depois para seu longo vestido marrom, sujo de sangue. Lentamente eu levantava a cabeça, olhando para a espada que estava em uma de suas mãos e depois para seu rosto. Um lado da boca estava costurado e outro, cortado, formando um grande sorriso. Logo, olhei em seus... Ela não tinha olhos, mas ainda assim, parecia que olhava em minha alma. Sua boca se curvou em um sorriso e... Não era um sorriso anormal, mas também não era normal. Era calmo e perturbador. Havia uma ponta de prazer e ao mesmo tempo de tristeza.

- Quem é você? – perguntei.

- Seu pior pesadelo a partir de agora. – ela respondeu – Feliz Halloween. – disse antes de enfiar a espada em meu estômago e se aproximar mais.

- Seu pedófilo doente. – ela sorriu em seguida.

- Mas... O que... – foi tudo o que consegui dizer.

- Os gritos de sua sobrinha eram iguais aos meus há alguns anos. - a garota deixou escapar mais uma vez uma baixa risada - Como teve coragem de tirar a inocência de uma menina tão doce? Você me dá nojo. Assim como todos iguais a você – ela tirou a espada lentamente. Caí de joelhos e a ultima coisa que vi antes de apagar foi o meu sangue na espada.

Acordei no hospital, me perguntando como fui parar ali.

- O que houve? Fiquei preocupada. – minha esposa disse antes de eu perguntar com dificuldade quem havia me levado ao hospital.

- Uma adolescente. Era pálida... Estava com uma capa preta e tinha cabelos curtos da mesma cor. Não pude ver seu rosto, então não posso dar mais detalhes. Desculpe-me. – a enfermeira respondeu.

- Onde ela está? - perguntei desesperadamente.

-Saiu assim que o colocamos na maca. 

Pedi para ficarem comigo até eu me recuperar. Sabia que, se eu ficasse sozinho, ela iria voltar para me matar. Meu medo se seguiu por duas semanas e com o tempo, me esqueci de tal pessoa... Até o Halloween desse ano. Bom, para falar a verdade, até hoje. Sim, hoje é Halloween. Ela está parada, virada para mim como se estivesse me observando através da janela de minha casa... Eu estou com medo. Minha mulher e meu filho saíram... E tenho certeza de que, quando voltarem, não me encontrarão apenas ferido.


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O caderno onde Michael Monroe escreveu tal "carta" foi encontrado ao lado de seu corpo, que fora mutilado e desmembrado. A arma usada durante o crime foi uma katana. Seu filho, Mason, devido à horrível cena, faz tratamento psicológico para superar o trauma enquanto Sara Young, embora esteja apresentando traços de depressão, leva uma vida normal tentando superar sozinha a morte de seu marido.

Um ano antes do acontecido, policiais receberam uma denuncia anônima de que o mesmo havia estuprado Bonnie Mundelsee Young, de apenas sete anos, mas este foi ignorado devido ao responsável pela ligação ter mantido sua identidade oculta. Após a morte de seu tio, a criança afirmou o caso. “Ele dizia que, se eu contasse para alguém, me comeria viva. Eu só tive coragem de contar após sua morte” Bonnie relata.





- HIHIHAHAHAHAHAHA a próxima vítima será seu filho. - disse para o caixão de Michael.